O festival algarvio MED 2011 vai arrancar no próximo dia 22 e transformar durante quatro dias o centro histórico de Loulé numa aldeia global, com música, artesanato, teatro e gastronomia. Ler mais...
In Diário Online
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O Mosteiro feminino de São Bernardo, em Tavira, foi mandado construir, em 1509, por D. Manuel I, como "acção de graças" pelo insucesso que teve, no "Algarve de além mar, em África", um cerco mouro, à cidade de Arzila. Posteriormente, o edifício terá sido cedido a D. Fernando Coutinho que, em 1530, o concluiu e o entregou às Monjas de Cister. Pelo que, se configura como um mosteiro feminino de época tardia das construções cistercienses em Portugal. Nos três séculos seguintes, manteve-se como o único convento daquela ordem, na região, tendo as suas religiosas e conversas tido proveniência não só das famílias de Tavira como de todo o Algarve. O edifício sofreu diversas ampliações e alterações ao longo da sua existência. Como muitos outros edifícios da região algarvia foi fortemente danificado com o terramoto de 1755. Após 1834, e em sequência da legislação liberal que extingue as ordens religiosas, em Portugal, o edifício (Igreja, Convento e Cerca) é incorporado na fazenda real, e vendido em hasta pública. Em 1888, Albrecht Haupt visita Tavira e na sua obra " A Arquitectura da Renascença em Portugal", pág.309, dá-nos o seguinte testemunho sobre o imóvel: " A velha cidade de Tavira é, de todas, aquela que mais importante assunto nos ministra, a saber, o convento das irmãs de S. Bernardo. É instituição de D. Manuel e encontra-se actualmente em estado de ruína total. Era gótica terciária a igreja, ostentando um pórtico manuelino, algo tosco; conserva-se ainda de pé o claustro, de dois pavimentos, com as suas formosas colunas oitavadas, de capitéis com calabres entrançados." Em 1890, é ali montada a Fábrica de Moagem e Massas a Vapor que, em 1920, é vendida a J. A.Pacheco. A fábrica manter-se-á em laboração, até finais da década de 60. Paralelamente alguns espaços são adaptados a escritórios de apoio ao funcionamento da indústria e a residências particulares. Mantém-se ainda, na actualidade, em funcionamento uma indústria de panificação, na ala a Sul. Este imóvel tem uma localização privilegiada no extremo urbano de Tavira. Situa-se na proximidade da nova ponte sobre o rio Gilão, e apresenta o tardoz bordejado por um canal e voltado para o sapal, para a foz do rio e para a ria, sem obstáculos visuais. Está numa parte da cidade onde coexistem uma parte deprimida, de que faz parte, e uma outra de expansão urbana, com novos edifícios, mas ainda não densamente povoada. As alterações de uso do imóvel, particularmente a passagem de convento a moagem, contribuíram não só para marcados desvios ao seu desenho inicial como para a sua actual degradação construtiva e estética. Do primitivo edifício são facilmente identificáveis in situ, para além da localização das alas, exceptuando a central: Um portal gótico-manuelino encimado por fogaréus barrocos, no alçado Norte da igreja. Algumas mísulas de pedra que serviam de apoio à cobertura do antigo mosteiro, na parte superior da parede sul da Igreja. Os arcos que definiam a capela-mor, o falso transepto e as zona das monjas e outros de acesso. Vãos de janela, com molduras de cantaria de pedra, correspondentes às celas das monjas no alçado interior Poente, piso superior. O edifício foi objecto de intervenções, no interior e no exterior, que afectaram profundamente a identidade da sua imagem enquanto conjunto monástico e os elementos arquitectónicos adquiridos, quando do seu uso como fábrica, não são particularmente dignos de registo. Porém equacionando o seu magnífico enquadramento paisagístico, com os elementos arquitectónicos que subsistem da sua vivência religiosa e conventual, com o elemento marcadamente identificador da sua continuidade enquanto unidade industrial, definem-se assim os três aspectos que, associados, estabelecem o valor patrimonial do edifício . (Natércia Magalhães/ DRFaro/2002)
Um dos melhores destinos de Golfe da Europa, o Algarve é hoje considerado um produto de elite para os praticantes da modalidade.
Os traçados dos campos, grande parte concebidos por arquitectos internacionais, juntamente com a paisagem fantástica em que estão inseridos, satisfazem os requisitos dos adeptos mais exigentes, demarcando a região como um destino privilegiado para a prática da modalidade.
O clima ameno, com mais de trezentos dias de sol por ano, permite que a época de golfe se estenda por vários meses, trazendo aos campos do Algarve jogadores de todo o mundo.
A excelência da oferta algarvia é ainda enriquecida por espécies arbóreas, vegetação, greens, tees e o silêncio do espaço, só rompido pelo som das tacadas. Irresistível!
Mapa Campos Golfe Algarve Garvetur

OUTUBRO
MÚSICA
EXPOSIÇÕES
CONFERÊNCIAS
PASSEIOS
DESPORTO
Fonte: http://cm-tavira.pt/
Semana de 06 a 12 de Setembro 
O Convento das Bernardas é um projecto singular em todo o Algarve. Sobre as ruínas de um antigo convento construído em 1509 na cidade de Tavira, por ordem de D. Manuel I, está a surgir um projecto residencial inovador do Arquitecto Souto Moura. Composto por 78 apartamentos com tipologias desde T0 ao T3, este empreendimento, em termos arquitectónicos, mantém o portal gótico manuelino e o traçado original das fachadas.